Territorialización y desterritorialización del modelo de agronegocios en América del Sur
O desastre humanitário e ambiental das últimas três décadas (1990, 2000 e 2010), causado pelo modelo agroindustrial, implicou duas grandes alternativas sócio-produtivas que consolidaram dois modelos políticos e econômicos que claramente enfrentam territorial e publicamente: o Modelo de Agronegócio,...
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| Autor Principal: | |
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| Formato: | Artículo revista |
| Lenguaje: | spa |
| Publicado: |
Universidad Nacional del Litoral
2020
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| Acceso en línea: | https://bibliotecavirtual.unl.edu.ar/publicaciones/index.php/revistalocale/article/view/9802 |
| Sumario: | O desastre humanitário e ambiental das últimas três décadas (1990, 2000 e 2010), causado pelo modelo agroindustrial, implicou duas grandes alternativas sócio-produtivas que consolidaram dois modelos políticos e econômicos que claramente enfrentam territorial e publicamente: o Modelo de Agronegócio, que Já possui milhões de hectares ganhos com as mesmas estratégias do modelo agroindustrial; e, não alinhado a isso (Gras e Hernandez 2013: 3) e emergindo como modelo societário alternativo, o Modelo Agroecológico e de Autonomia / Soberania Alimentar (Such, 2012), com toda a dinâmica de movimento social associada na América do Sul. Este último modelo em construção venceu duas batalhas desterritorializando o agronegócio, mas este último modificou suas ações para reterritorializar-se com a (re) neoliberalização do Conosul. Propõe-se aqui descrever e analisar os conflitos entre esses modelos com base em metodologias de pesquisa-ação, fontes de informação e balanços de negócios, notas jornalísticas, portarias e leis, entre outros, buscando responder à questão de como esses modelos são territorializados e estressados? América do Sul e particularmente em Córdoba, Argentina? |
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